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PAI NOSSO

PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU, SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME, VEM A NÓS O VOSSO REINO, SEJA FEITA A VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU. O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAÍ HOJE, PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO, NÃO NOS DEIXEI CAIR EM TENTAÇÃO MAS LIVRAI-NOS DO MAL. AMÉM.

sexta-feira, 29 de março de 2013

SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR

LEITURA I Is 52, 13 __ 53, 12
«Foi trespassado por causa das nossas culpas»

Leitura do Livro de Isaías
Vede como vai prosperar o meu servo:subirá, elevar-se-á, será exaltado.
Assim como, à sua vista, muitos se encheram de espanto tão desfigurado estava o seu rosto
que tinha perdido toda a aparência de um ser humano assim se hão-de encher de assombro muitas nações e, diante dele, os reis ficarão calados,porque hão-de ver o que nunca lhes tinham contado
e observar o que nunca tinham ouvido.
Quem acreditou no que ouvimos dizer?
A quem se revelou o braço do Senhor?
O meu servo cresceu diante do Senhor como um rebento,como raiz numa terra árida,sem distinção nem beleza para atrair o nosso olhar,nem aspecto agradável que possa cativar-nos.Desprezado e repelido pelos homens,homem de dores, acostumado ao sofrimento,era como aquele de quem se desvia o rosto,
pessoa desprezível e sem valor para nós.
Ele suportou as nossas enfermidades e tomou sobre si as nossas dores.
Mas nós víamos nele um homem castigado,ferido por Deus e humilhado.
Ele foi trespassado por causa das nossas culpas
e esmagado por causa das nossas iniqüidades.
Caiu sobre ele o castigo que nos salva:pelas suas chagas fomos curados.
Todos nós, como ovelhas, andávamos errantes,cada qual seguia o seu caminho.
E o Senhor fez cair sobre ele as faltas de todos nós.
Maltratado, humilhou-se voluntariamente e não abriu a boca.
Como cordeiro levado ao matadouro,como ovelha muda ante aqueles que a tosquiam,
ele não abriu a boca.
Foi eliminado por sentença iníqua,mas quem se preocupa com a sua sorte?
Foi arrancado da terra dos vivos e ferido de morte pelos pecados do seu povo.
Foi-lhe dada sepultura entre os ímpios  e um túmulo no meio de malfeitores,embora não tivesse cometido injustiça,nem se tivesse encontrado mentira na sua boca.
Aprouve ao Senhor esmagar o seu servo pelo sofrimento.
Mas, se oferecer a sua vida como sacrifício de expiação,terá uma descendência duradoira,viverá longos dias e a obra do Senhor prosperará em suas mãos.
Terminados os sofrimentos,verá a luz e ficará saciado na sua sabedoria.
O justo, meu servo, justificará a muitos e tomará sobre si as suas iniqüidades.
Por isso, Eu lhe darei as multidões como prêmio e terá parte nos despojos no meio dos poderosos; porque ele próprio entregou a sua vida à morte e foi contado entre os malfeitores,tomou sobre si as culpas das multidões e intercedeu pelos pecadores.
Palavra do Senhor.

sexta-feira da paixão do senhor
SALMO RESPONSORIAL Salmo 30 (31)
Refrão: Pai, em vossas mãos entrego o meu espírito.
Em Vós, Senhor, me refugio, jamais serei confundido,
pela vossa justiça, salvai-me.
Em vossas mãos entrego o meu espírito,
Senhor, Deus fiel, salvai-me.
Tornei-me o escárnio dos meus inimigos,
o desprezo dos meus vizinhos
e o terror dos meus conhecidos:
todos evitam passar por mim.
Esqueceram-me como se fosse um morto,
tornei-me como um objeto abandonado.
Eu, porém, confio no Senhor:
Disse: «Vós sois o meu Deus,
nas vossas mãos está o meu destino».
Livrai-me das mãos dos meus inimigos
e de quantos me perseguem.
Fazei brilhar sobre mim a vossa face,
salvai-me pela vossa bondade.
Tende coragem e animai-vos,
vós todos que esperais no Senhor.

LEITURA II Hebr 4, 14-16; 5, 7-9
«Aprendeu a obediência e tornou-Se causa de salvação para todos os que Lhe obedecem»
Leitura da Epístola aos Hebreus Irmãos:
Tendo nós um sumo sacerdote que penetrou os Céus,Jesus, Filho de Deus,permaneçamos firmes na profissão da nossa fé.
Na verdade, nós não temos um sumo sacerdote incapaz de Se compadecer das nossas fraquezas.
Pelo contrário, Ele mesmo foi provado em tudo,à nossa semelhança, exceto no pecado.
Vamos, portanto, cheios de confiança, ao trono da graça,a fim de alcançarmos misericórdia e obtermos a graça de um auxílio oportuno.
Nos dias da sua vida mortal,Ele dirigiu preces e súplicas,com grandes clamores e lágrimas,Àquele que O podia livrar da morte,e foi atendido por causa da sua piedade.
Apesar de ser Filho, aprendeu a obediência no sofrimento.
E, tendo atingido a sua plenitude,tornou-Se, para todos os que Lhe obedecem,causa de salvação eterna.
Palavra do Senhor.


EVANGELHO Jo 18, 1 __ 19, 42
Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo
N Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo,
Jesus saiu com os seus discípulos
para o outro lado da torrente do Cedron.
Havia lá um jardim, onde Ele entrou com os seus discípulos.
Judas, que O ia entregar, conhecia também o local,
porque Jesus Se reunira lá muitas vezes com os discípulos.
Tomando consigo uma companhia de soldados
e alguns guardas,
enviados pelos príncipes dos sacerdotes e pelos fariseus,
Judas chegou ali, com archotes, lanternas e armas.
Sabendo Jesus tudo o que Lhe ia acontecer,
adiantou-Se e perguntou-lhes:
J «A quem buscais?».
N Eles responderam-Lhe:
R «A Jesus, o Nazareno».
N Jesus disse-lhes:
J «Sou Eu».
N Judas, que O ia entregar, também estava com eles.
Quando Jesus lhes disse: «Sou Eu»,
recuaram e caíram por terra.
Jesus perguntou-lhes novamente:
J «A quem buscais?».
N Eles responderam:
R «A Jesus, o Nazareno».
N Disse-lhes Jesus:
J «Já vos disse que sou Eu.
Por isso, se é a Mim que buscais,
deixai que estes se retirem».
N Assim se cumpriam as palavras que Ele tinha dito:
«Daqueles que Me deste, não perdi nenhum».
Então, Simão Pedro, que tinha uma espada,
desembainhou-a e feriu um servo do sumo sacerdote,
cortando-lhe a orelha direita.
O servo chamava-se Malco.
Mas Jesus disse a Pedro:
J «Mete a tua espada na bainha.
Não hei-de beber o cálice que meu Pai Me deu?».
N Então, a companhia de soldados,
o oficial e os guardas dos judeus
apoderaram-se de Jesus e manietaram-n’O.
Levaram-n’O primeiro a Anás,
por ser sogro de Caifás,
que era o sumo sacerdote nesse ano.
Caifás é que tinha dado o seguinte conselho aos judeus:
«Convém que morra um só homem pelo povo».
Entretanto, Simão Pedro seguia Jesus com outro discípulo.
Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote
e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote,
enquanto Pedro ficava à porta, do lado de fora.
Então o outro discípulo, conhecido do sumo sacerdote,
falou à porteira e levou Pedro para dentro.
A porteira disse a Pedro:
R «Tu não és dos discípulos desse homem?».
N Ele respondeu:
R «Não sou».
N Estavam ali presentes os servos e os guardas,
que, por causa do frio, tinham acendido um braseiro
e se aqueciam.
Pedro também se encontrava com eles a aquecer-se.
Entretanto, o sumo sacerdote interrogou Jesus
acerca dos seus discípulos e da sua doutrina.
Jesus respondeu-lhe:
J «Falei abertamente ao mundo.
Sempre ensinei na sinagoga e no templo,
onde todos os judeus se reúnem,
e não disse nada em segredo.
Porque Me interrogas?
Pergunta aos que Me ouviram o que lhes disse:
eles bem sabem aquilo de que lhes falei».
N A estas palavras, um dos guardas que estava ali presente
deu uma bofetada a Jesus e disse-Lhe:
R «É assim que respondes ao sumo sacerdote?».
N Jesus respondeu-lhe:
J «Se falei mal, mostra-Me em quê.
Mas, se falei bem, porque Me bates?».
N Então Anás mandou Jesus manietado
ao sumo sacerdote Caifás.
Simão Pedro continuava ali a aquecer-se.
Disseram-lhe então:
R «Tu não és também um dos seus discípulos?».
N Ele negou, dizendo:
R «Não sou».
N Replicou um dos servos do sumo sacerdote,
parente daquele a quem Pedro cortara a orelha:
R «Então eu não te vi com Ele no jardim?».
N Pedro negou novamente,
e logo um galo cantou.
Depois, levaram Jesus da residência de Caifás ao pretório.
Era de manhã cedo.
Eles não entraram no pretório,
para não se contaminarem e assim poderem comer a Páscoa.
Pilatos veio cá fora ter com eles e perguntou-lhes:
R «Que acusação trazeis contra este homem?».
N Eles responderam-lhe:
R «Se não fosse malfeitor, não t’O entregávamos».
N Disse-lhes Pilatos:
R «Tomai-O vós próprios e julgai-O segundo a vossa lei».
N Os judeus responderam:
R «Não nos é permitido dar a morte a ninguém».
N Assim se cumpriam as palavras que Jesus tinha dito,
ao indicar de que morte ia morrer.
Entretanto, Pilatos entrou novamente no pretório,
chamou Jesus e perguntou-Lhe:
R «Tu és o Rei dos Judeus?».
N Jesus respondeu-lhe:
J «É por ti que o dizes,
ou foram outros que to disseram de Mim?».
N Disse-Lhe Pilatos:
R «Porventura sou eu judeu?
O teu povo e os sumos sacerdotes é que Te entregaram a Mim.
Que fizeste?».
N Jesus respondeu:
J «O meu reino não é deste mundo.
Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam
para que Eu não fosse entregue aos judeus.
Mas o meu reino não é daqui».
N Disse-Lhe Pilatos:
R «Então, Tu és rei?».
N Jesus respondeu-lhe:
J «É como dizes: sou rei.
Para isso nasci e vim ao mundo,
a fim de dar testemunho da verdade.
Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz».
N Disse-Lhe Pilatos:
R «Que é a verdade?».
N Dito isto, saiu novamente para fora e declarou aos judeus:
R «Não encontro neste homem culpa nenhuma.
Mas vós estais habituados
a que eu vos solte alguém pela Páscoa.
Quereis que vos solte o rei dos Judeus?».
N Eles gritaram de novo:
R «Esse não. Antes Barrabás».
N Barrabás era um salteador.
Então Pilatos mandou que levassem Jesus e O açoitassem.
Os soldados teceram uma coroa de espinhos,
colocaram-Lha na cabeça
e envolveram Jesus num manto de púrpura.
Depois aproximavam-se d’Ele e diziam:
R «Salve, rei dos Judeus».
N E davam-Lhe bofetadas.
Pilatos saiu novamente para fora e disse:
R «Eu vo-l’O trago aqui fora,
para saberdes que não encontro n’Ele culpa nenhuma».
N Jesus saiu,
trazendo a coroa de espinhos e o manto de púrpura.
Pilatos disse-lhes:
R «Eis o homem».
N Quando viram Jesus,
os príncipes dos sacerdotes e os guardas gritaram:
R «Crucifica-O! Crucifica-O!».
N Disse-lhes Pilatos:
R «Tomai-O vós mesmos e crucificai-O,
que eu não encontro n’Ele culpa alguma».
N Responderam-lhe os judeus:
R «Nós temos uma lei
e, segundo a nossa lei, deve morrer,
porque Se fez Filho de Deus».
N Quando Pilatos ouviu estas palavras, ficou assustado.
Voltou a entrar no pretório e perguntou a Jesus:
R «Donde és Tu?».
N Mas Jesus não lhe deu resposta.
Disse-Lhe então Pilatos:
R «Não me falas? Não sabes que tenho poder
para Te soltar e para Te crucificar?».
N Jesus respondeu-lhe:
J «Nenhum poder terias sobre Mim,
se não te fosse dado do alto.
Por isso, quem Me entregou a ti tem maior pecado».
N A partir de então, Pilatos procurava libertar Jesus.
Mas os judeus gritavam:
R «Se O libertares, não és amigo de César:
todo aquele que se faz rei é contra César».
N Ao ouvir estas palavras, Pilatos trouxe Jesus para fora
e sentou-se no tribunal,
no lugar chamado «Lagedo», em hebraico «Gabatá».
Era a Preparação da Páscoa, por volta do meio-dia.
Disse então aos judeus:
R «Eis o vosso rei!».
N Mas eles gritaram:
R «À morte, à morte! Crucifica-O!».
N Disse-lhes Pilatos:
R «Hei-de crucificar o vosso rei?».
N Replicaram-lhe os príncipes dos sacerdotes:
R «Não temos outro rei senão César».
N Entregou-lhes então Jesus, para ser crucificado.
E eles apoderaram-se de Jesus.
Levando a cruz,Jesus saiu para o chamado Lugar do Calvário,que em hebraico se diz Gólgota.
Ali O crucificaram, e com Ele mais dois:
um de cada lado e Jesus no meio.
Pilatos escreveu ainda um letreiro e colocou-o no alto da cruz; nele estava escrito:
«Jesus, o Nazareno, Rei dos Judeus».
Muitos judeus leram esse letreiro,porque o lugar onde Jesus tinha sido crucificado
era perto da cidade.
Estava escrito em hebraico, grego e latim.
Diziam então a Pilatos os príncipes dos sacerdotes dos Judeus:
R «Não escrevas: ‘Rei dos judeus’,
mas que Ele afirmou: ‘Eu sou o rei dos Judeus’».
N Pilatos retorquiu:
R «O que escrevi está escrito».
N Quando crucificaram Jesus,
os soldados tomaram as suas vestes,
das quais fizeram quatro lotes, um para cada soldado,
e ficaram também com a túnica.
A túnica não tinha costura:
era tecida de alto a baixo como um todo.
Disseram uns aos outros:
R «Não a rasguemos, mas lancemos sortes,
para ver de quem será».
N Assim se cumpria a Escritura:
«Repartiram entre si as minhas vestes
e deitaram sortes sobre a minha túnica».
Foi o que fizeram os soldados.
Estavam junto à cruz de Jesus
sua Mãe, a irmã de sua Mãe,
Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena.
Ao ver sua Mãe e o discípulo predileto,Jesus disse a sua Mãe:
J «Mulher, eis o teu filho».
N Depois disse ao discípulo:
J «Eis a tua Mãe».
N E a partir daquela hora,
o discípulo recebeu-a em sua casa.
Depois, sabendo que tudo estava consumado e para que se cumprisse a Escritura,
Jesus disse:
J «Tenho sede».
N Estava ali um vaso cheio de vinagre.
Prenderam a uma vara uma esponja embebida em vinagre e levaram-Lha à boca.
Quando Jesus tomou o vinagre, exclamou:
J «Tudo está consumado».
N E, inclinando a cabeça, expirou.
N Por ser a Preparação,e para que os corpos não ficassem na cruz durante o sábado, era um grande dia aquele sábado os judeus pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados.
Os soldados vieram e quebraram as pernas ao primeiro,depois ao outro que tinha sido crucificado com ele.
Ao chegarem a Jesus, vendo-O já morto,não Lhe quebraram as pernas,mas um dos soldados trespassou-Lhe o lado com uma lança,e logo saiu sangue e água.
Aquele que viu é que dá testemunho,e o seu testemunho é verdadeiro.
Ele sabe que diz a verdade,para que também vós acrediteis.
Assim aconteceu para se cumprir a Escritura, que diz:
«Nenhum osso Lhe será quebrado».
Diz ainda outra passagem da Escritura:
«Hão-de olhar para Aquele que trespassaram».
Depois disto, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus,embora oculto por medo dos judeus,
pediu licença a Pilatos para levar o corpo de Jesus.
Pilatos permitiu-lho.
José veio então tirar o corpo de Jesus.
Veio também Nicodemos,aquele que, antes, tinha ido de noite ao encontro de Jesus.
Trazia uma mistura de quase cem libras de mirra e aloés.
Tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no em ligaduras juntamente com os perfumes,
como é costume sepultar entre os Judeus.
No local em que Jesus tinha sido crucificado,havia um jardim e, no jardim, um sepulcro novo,
no qual ainda ninguém fora sepultado.
Foi aí que, por causa da Preparação dos Judeus,porque o sepulcro ficava perto,depositaram Jesus.

Palavra da salvação.

Fonte de pesquisa

http://ensinamentodosenhor.blogspot.com.br

O RELÓGIO DA PAIXÃO

VEJA AQUI OS LINKS PARA A MEDITAÇÃO DE CADA HORA

As Horas da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo

Hora
Hora da Paixão

Oração antes de cada Hora.

Das 5 às 6 da tarde
Jesus despede-se de sua Mãe.

Das 6 às 7 da tarde
Jesus separa-se da sua Mãe e vai para o Cenáculo.

Das 7 às 8 da noite
A Ceia Legal.

Das 8 às 9 da noite
A Ceia Eucarística.

Oração de Preparação para antes de cada Hora de agonia no Horto.

Das 9 às 10 da noite
Primeira hora de agonia no Horto do Getsémani.

Das 10 às 11 da noite
Segunda hora de agonia no Horto do Getsémani.

Das 11 à meia-noite
Terceira hora de agonia no Horto do Getsémani.

Oração de Agradecimento para depois de cada hora de agonia no Horto.

Da meia-noite à 1 hora da madrugada
A prisão de Jesus.

Da 1 às 2 da madrugada
Jesus é lançado do precipício e cai na torrente Cedron.

Das 2 às 3 da madrugada
Jesus é apresentado a Anás.

Das 3 às 4 da madrugada
Jesus em casa de Caifás.

Das 4 às 5 da madrugada
Jesus nas mãos dos soldados.

Das 5 às 6 da madrugada
Jesus na prisão.

Das 6 às 7 da manhã
Jesus diante de Caifás,
que confirma a condenação à morte e O envia a Pilatos.

Das 7 às 8 da manhã
Jesus diante de Pilatos que O manda a Herodes.

Das 8 às 9 da manhã
Jesus é enviado a Pilatos e proposto a Barrabás.
Jesus é flagelado.

Das 9 às 10 da manhã
Jesus é coroado de espinhos.
Apresentado ao Povo e condenado à morte.

Das 10 às 11 da manhã
Jesus pega na Cruz e vai para o Calvário, onde é despido.

Das 11 ao meio-dia
Jesus é crucificado.

Do meio-dia à 1 da tarde
Primeira hora de agonia sobre a Cruz.
Primeira Palavra de Jesus.

Da 1 às 2 da tarde
Segunda hora de agonia sobre a Cruz.
Segunda, terceira e quarta Palavra de Jesus.

Das 2 às 3 da tarde
Terceira hora de agonia sobre a Cruz.
Quinta, sexta, sétima, sexta, sétima Palavra de Jesus.
A morte Jesus.

Das 3 às 4 da tarde
Jesus morto é trespassado com a lança do soldado.
Jesus é descido da Cruz.

Das 4 às 5 da tarde
A sepultura de Jesus. Maria Santíssima desolada.

Oração de agradecimento depois de cada Hora.

 

Fonte de pesquisa

http://aveluz.ning.com

quarta-feira, 27 de março de 2013

ALEGRIA DO CASAMENTO

A alegria do casamento
Haviam dois casamentos, um de jovens e o outro bodas de ouro.
O primeiro evento foi caracterizado pela expectativa. O casal estava brilhando com otimismo, esperando os anos que viriam. Foram faladas palavras de instrução pelo evangelista, orações pela direção de Deus foram oferecidas por eles, e todos os desejaram o bem.
Por outro lado, o aniversário de casamento foi caracterizado pela reflexão. Havia fotos à mostra que passavam pela vida do casal. Uma cópia da certidão de casamento de 50 anos atrás também estava à mostra para todos verem. "Eu me lembro de quando…" foi ouvido frequentemente naquela tarde.
Apesar de diferentes em muitos aspectos, a alegria era a emoção que dominava ambos os eventos. A alegria pelo que virá e a alegria pelo que já ocorreu. As cerimônias de casamento e festas de aniversários de casamento são ocasiões naturais de grande comemoração porque o casamento em si está no meio de tantas alegrias da vida. É a fonte da qual muitas das experiências mais satisfatórias fluem, como o nascimento dos filhos, a criação dos filhos e ver o nascimento e crescimento de netos e bisnetos. Mesmo os acontecimentos mais mundanos da vida se tornam especiais quando são compartilhados com um parceiro que ama.
É, portanto, uma emoção que nem todos associam mais com o casamento. Com mais ou menos metade dos casamentos hoje terminando com processos de divórcio e brigas pela guarda dos filhos, a dor se tornou a emoção que muitos associam com o casamento.
Porém, não é assim que Deus planejou. Apesar de todos os casamentos terem pontos difíceis, Deus deseja que a união do casamento seja fonte de grande alegria. "O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do Senhor" (Provérbios 18:22).
A razão pela qual o casamento encontra dificuldades na nossa sociedade é que as diretrizes básicas de Deus pelo casamento foram jogadas fora. Sem Deus direcionando o casamento, há pouca esperança pela alegria nele. Sem Deus guiando o casamento, nem é provável que dure."Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam..." (Salmo127: 1).
Por isso que os dois eventos em relação a estes dois casais foram tão refrescantes para mim. Eles ofereciam a esperança de que se as pessoas aplicarem a vontade de Deus ao seu casamento, como o tinha feito o casal que estava comemorando o aniversário de casamento, então pode funcionar. E não só irá funcionar, mas funcionará maravilhosamente trazendo muita alegria a tantos outros. Eu acredito que assim será o caso do casal jovem cujos votos testemunhei no mesmo final de semana pelo simples fato de que eles também tem um compromisso profundo com o Senhor.
A alegria no casamento depende não de sentimentos românticos nem de prosperidade econômica nem de sorte. Se você terá ou não alegria no seu casamento dependerá de se você e seu esposo estiverem dispostos a se submeterem a vontade de Deus. Ele criou o casamento e ele tem a chave para encontrar e manter a alegria nele.
–por Phillip Mullins


ORAÇÃO DO PAI NOSSO, AVE MARIA E CREDO ILUSTRADOS



QUARTA-FEIRA 4 DIAS ANTES DA PÁSCOA

TRAIÇÃO DE JUDAS MATEUS 26. 14-45 Pg 1316 BBAMA

14. Então um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os príncipes dos sacerdotes e perguntou-lhes:
15. Que quereis dar-me e eu vo-lo entregarei. Ajustaram com ele trinta moedas de prata.
16. E desde aquele instante, procurava uma ocasião favorável para entregar Jesus.
17. No primeiro dia dos Ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram-lhe: Onde queres que preparemos a ceia pascal?
18. Respondeu-lhes Jesus: Ide à cidade, à casa de um tal, e dizei-lhe: O Mestre manda dizer-te: Meu tempo está próximo. É em tua casa que celebrarei a Páscoa com meus discípulos.
19. Os discípulos fizeram o que Jesus tinha ordenado e prepararam a Páscoa.
20. Ao declinar da tarde, pôs-se Jesus à mesa com os doze discípulos.
21. Durante a ceia, disse: Em verdade vos digo: um de vós me há de trair.
22. Com profunda aflição, cada um começou a perguntar: Sou eu, Senhor?
23. Respondeu ele: Aquele que pôs comigo a mão no prato, esse me trairá.
24. O Filho do Homem vai, como dele está escrito. Mas ai daquele homem por quem o Filho do Homem é traído! Seria melhor para esse homem que jamais tivesse nascido!
25. Judas, o traidor, tomou a palavra e perguntou: Mestre, serei eu? Sim, disse Jesus.
26. Durante a refeição, Jesus tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai e comei, isto é meu corpo.
27. Tomou depois o cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos,
28. porque isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado por muitos homens em remissão dos pecados.
29. Digo-vos: doravante não beberei mais desse fruto da vinha até o dia em que o beberei de novo convosco no Reino de meu Pai.
30. Depois do canto dos Salmos, dirigiram-se eles para o monte das Oliveiras.
31. Disse-lhes então Jesus: Esta noite serei para todos vós uma ocasião de queda; porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho serão dispersadas (Zc 13,7).
32. Mas, depois da minha Ressurreição, eu vos precederei na Galiléia.
33. Pedro interveio: Mesmo que sejas para todos uma ocasião de queda, para mim jamais o serás.
34. Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo: nesta noite mesma, antes que o galo cante, três vezes me negarás.
35. Respondeu-lhe Pedro: Mesmo que seja necessário morrer contigo, jamais te negarei! E todos os outros discípulos diziam-lhe o mesmo.
36. Retirou-se Jesus com eles para um lugar chamado Getsêmani e disse-lhes: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar.
37. E, tomando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se.
38. Disse-lhes, então: Minha alma está triste até a morte. Ficai aqui e vigiai comigo.
39. Adiantou-se um pouco e, prostrando-se com a face por terra, assim rezou: Meu Pai, se é possível, afasta de mim este cálice! Todavia não se faça o que eu quero, mas sim o que tu queres.
40. Foi ter então com os discípulos e os encontrou dormindo. E disse a Pedro: Então não pudestes vigiar uma hora comigo...
41. Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca.
42. Afastou-se pela segunda vez e orou, dizendo: Meu Pai, se não é possível que este cálice passe sem que eu o beba, faça-se a tua vontade!
43. Voltou ainda e os encontrou novamente dormindo, porque seus olhos estavam pesados.
44. Deixou-os e foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras.
45. Voltou então para os seus discípulos e disse-lhes: Dormi agora e repousai! Chegou a hora: o Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos pecadores...


Fonte de pesquisa
 http://ensinamentodosenhor.blogspot.com.br

terça-feira, 26 de março de 2013

TERÇA-FEIRA 5 DIAS ANTES DA PÁSCOA

JESUS LAVA OS PÉS DE SEUS DICÍPULOS JOÃO 13 Pg 1403 BBAMA

1. Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo ao Pai, como amasse os seus que estavam no mundo, até o extremo os amou.
2. Durante a ceia, - quando o demônio já tinha lançado no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de traí-lo -,
3. sabendo Jesus que o Pai tudo lhe dera nas mãos, e que saíra de Deus e para Deus voltava,
4. levantou-se da mesa, depôs as suas vestes e, pegando duma toalha, cingiu-se com ela.
5. Em seguida, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha com que estava cingido.
6. Chegou a Simão Pedro. Mas Pedro lhe disse: Senhor, queres lavar-me os pés!...
7. Respondeu-lhe Jesus: O que faço não compreendes agora, mas compreendê-lo-ás em breve.
8. Disse-lhe Pedro: Jamais me lavarás os pés!... Respondeu-lhe Jesus: Se eu não vos lavar, não terás parte comigo.
9. Exclamou então Simão Pedro: Senhor, não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça.
10. Disse-lhe Jesus: Aquele que tomou banho não tem necessidade de lavar-se; está inteiramente puro. Ora, vós estais puros, mas nem todos!...
11. Pois sabia quem o havia de trair; por isso, disse: Nem todos estais puros.
12. Depois de lhes lavar os pés e tomar as suas vestes, sentou-se novamente à mesa e perguntou-lhes: Sabeis o que vos fiz?
13. Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou.
14. Logo, se eu, vosso Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar-vos os pés uns aos outros.
15. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, assim façais também vós.
16. Em verdade, em verdade vos digo: o servo não é maior do que o seu Senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou.
17. Se compreenderdes estas coisas, sereis felizes, sob condição de as praticardes.
18. Não digo isso de vós todos; conheço os que escolhi, mas é preciso que se cumpra esta palavra da Escritura: Aquele que come o pão comigo levantou contra mim o seu calcanhar (Sl 40,10).
19. Desde já vo-lo digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais e reconheçais quem sou eu.
20. Em verdade, em verdade vos digo: quem recebe aquele que eu enviei recebe a mim; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou.

JESUS ANUNCIA A TRAIÇÃO DE JUDAS
21. Dito isso, Jesus ficou perturbado em seu espírito e declarou abertamente: Em verdade, em verdade vos digo: um de vós me há de trair!...
22. Os discípulos olhavam uns para os outros, sem saber de quem falava.
23. Um dos discípulos, a quem Jesus amava, estava à mesa reclinado ao peito de Jesus.
24. Simão Pedro acenou-lhe para dizer-lhe: Dize-nos, de quem é que ele fala.
25. Reclinando-se este mesmo discípulo sobre o peito de Jesus, interrogou-o: Senhor, quem é?
26. Jesus respondeu: É aquele a quem eu der o pão embebido. Em seguida, molhou o pão e deu-o a Judas, filho de Simão Iscariotes.
27. Logo que ele o engoliu, Satanás entrou nele. Jesus disse-lhe, então: O que queres fazer, faze-o depressa.
28. Mas ninguém dos que estavam à mesa soube por que motivo lho dissera.
29. Pois, como Judas tinha a bolsa, pensavam alguns que Jesus lhe falava: Compra aquilo de que temos necessidade para a festa. Ou: Dá alguma coisa aos pobres.

EPISÓDIO


"Depois, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, e a enxugar-lhes com a toalha com que estava cingido" Jo13:5

O sapato, é uma invenção bem antiga. Em 1.500 a.c (aproximadamente), já haviam registros de que o homem, se utilizando de peles de animais, fabricava seu próprio calçado. As sandálias, contudo, sempre foram as preferidas da civilização antiga. Principalmente, as abertas e baixas. O transporte, ainda não era tão veloz e andar a pé, um costume diário.

O cenário, em Israel, não era diferente. Jesus e os discípulos, caminhavam bastante, e de sandálias. Os pés, dos antigos, facilmente se enchiam de poeira. Aos servos, cabia a humilde tarefa de lavar os pés dos visitantes e(ou), convidados de seus senhores. Uma ação, que resultava em conforto- para quem tinha os pés lavados- e em demonstração de hierarquia.

Na passagem, do Evangelho de João, Jesus, fez bem mais que um simples servo faria. Ele, enxugou os pés dos discípulos, com a mesma toalha que envolvia seu corpo. Ele se despiu, para servir. Jesus, inclinado, apenas com as vestes intimas, lavando os pés dos discípulos. Impossível não comparar a humildade do Mestre, com a arrogância e "superioridade" de alguns líderes atuais. Sequer amarrariam o cadarço do sapato de algum discípulo distraído.

"Disse-le Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu te não lavar, não tens parte comigo" v(8).
"Aquele que está lavado, não necessita de lavar, senão os pés, pois no mais tudo está limpo"

Intimidade, Refrigério, Santificação, Graça

Ao entregarmos a vida para jesus, todo nosso ser é restaurado. Ele, nos purifica de todo o pecado I Jo 3:3. A lavagem do espírito, foi feita na cruz. Com sangue, de puro cordeiro. Os pés, contudo, dia após dia, necessitam de "tirar a poeira". Entregar os pés para Jesus lavar, implica: Intimidade, refrigério e santificação. É a caminhada diária do cristão, sendo renovada pela comunhão.

Chama-mo-nos de Pai, Ele, nos chama de filhos. "Filho, se eu não te lavar os pés, não tens parte comigo". As mãos do Mestre, carinhosamente, limpam nossos pés: "Ele nos prepara para a jornada da vida". Favor, imerecido! Um Rei, se despindo, para lavar os pés de seus súditos! Não façamos como Pedro, que impôs distância. Levantou um muro: "Nunca, me lavarás os pés". Seria a morte. O pó, dos pés, ganhando proporções irremovíveis, petrificando o corpo inteiro. Uma prisão.

Altruísmo, Amor

"Ora, se Eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também, lavar os pés uns dos outros" v(14).

Mestres e servos, se igualam, ao viverem em amor. Porque o amor, é perfeito. Aprimora o ser que passa a enxergar a si mesmo, no outro.

A Quem posso lavar os pés hoje?

Lavar os pés do outro, implica, viver o Evangelho. Imitar o Mestre. Proporcionar refrigério ao cansado. Ajudar na caminhada. Se a vida de Cristo, habita em nós, não existirá barreiras para "tirarmos a poeira" dos que nos entregam os pés. A água, é o Espírito Santo de Deus: Limpa, purifica, conduz a caminhos planos, em que pés, não se atolam. Atalhos, enganosos, dão lugar a horizontes promissores
Que a cada dia, entreguemos nossos pés ao Mestre e que nós, prossigamos, lavando os pés uns dos outros. Assim seja.

Por: Wilma Rejane
Citações: Bíblia Sagrada.

Fonte de pesquisa
 http://ensinamentodosenhor.blogspot.com.br

DESEJO À VOCÊ


Que… “Chuvas de Bênçãos sejam derramadas abundantemente sobre ti e tua Casa“… Que… a Unção de DEUS seja como um bálsamo a envolver tua vida e te Ungir Completamente pela Glória de DEUS“… Que… “DEUS faça prosperar tudo aquilo que vier até tuas mãos, e que de uma semente cresçam milhares de árvores Frutíferas“… Que… “Todas as Promessas de DEUS sejam uma Coroa de Vitória e Vida para você como Prova da Fidelidade do teu DEUS, acerca de tudo o que Ele Fala e Cumpre“… Que… “Rios de águas Vivas corram dentro de tí, purificando, e levando tudo aquilo o que não é de DEUS“. Que…“A Glória de DEUS repouse sobre sua vida…Amém