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PAI NOSSO

PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU, SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME, VEM A NÓS O VOSSO REINO, SEJA FEITA A VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU. O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAÍ HOJE, PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO, NÃO NOS DEIXEI CAIR EM TENTAÇÃO MAS LIVRAI-NOS DO MAL. AMÉM.

OLÁ!




quarta-feira, 6 de julho de 2016

OS DOGMAS DA IGREJA–Final

A Morte e sua origem
A morte, na atual ordem de salvação, é consequência primitiva do pecado. O Concílio de Trento (1545-1563), sob Paulo III (1534-1549), ensina:
“Se alguém não confessa que o primeiro homem, Adão, ao transgredir o mandamento de Deus no paraíso, perdeu imediatamente a Santidade e Justiça em que havia sido constituído e incorreu por ofensa… na morte com que Deus antes havia amenizado… que toda pessoa de Adão foi mudada para pior, seja excomungado.”


Ainda que o homem seja mortal por natureza, já que seu ser é composto de partes distintas, por revelação sabemos que Deus dotou o homem, no paraíso, do Dom pré-natural da imortalidade do corpo. Mas por castigo, ao quebrar a ordem Divina, ficou condenado a morrer.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

OS DOGMAS DA IGREJA-Parte 5

A Igreja recebeu de Cristo o Poder de perdoar os pecados cometidos após o Batismo.
Define o Concílio de Trento (1545-1563), sob Júlio III (1550-1565):

“…foi comunicada aos Apóstolos e a seus legítimos sucessores o poder de perdoar e de reter os pecados para reconciliar aos fiéis caídos depois do Batismo.” (Com. 3; Dz. 894).
 
Sagradas Escrituras: Mt 16,19: “Eu te darei as chaves do reino de os céus.” – O possuidor das chaves do Reino dos céus tem a plena potestade para admitir ou excluir qualquer pessoa deste Reino.
Jo 20,21: “… a quem perdoares os pecados, lhes serão perdoados, a quem não perdoares, lhes serão retidos…”.
 
Assim como Jesus tinha perdoado os pecados durante sua vida terrena (cf. Mt 9,2; Mc 2,5; Lc 5,20), assim também agora participa a seus Apóstolos esse poder de perdoar. As palavras de Jesus Cristo se referem ao perdão real dos pecados pelo Sacramento da Penitência (Dz. 913).

sexta-feira, 1 de julho de 2016

OS DOGMAS DA IGREJA-Parte 4

A Assunção de Maria
O Papa Pio XII, na Bula “Munificentissimus Deus”, de 1º de Novembro de 1950, proclamou solenemente o dogma da assunção de Maria ao céu:

“Pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus, sempre Virgem Maria, cumprindo o curso de sua vida terrena, foi assumpta em corpo e alma à gloria celeste” (Dz. 2333). 

A Virgem Maria foi assumpta ao céu imediatamente depois que acabou sua vida terrena; seu Corpo não sofreu nenhuma corrupção como sucederá com todos os homens que ressuscitarão até o final dos tempos, passando pela descomposição.

O essencial do dogma é que a Virgem foi levada ao céu em corpo e alma, com todas as qualidades e dotes próprios da alma dos bem-aventurados e igualmente com todas as qualidades próprias dos corpos gloriosos.
Se entende melhor tudo ao recordar:
Maria foi isenta de pecado original e atual.
Teve a plenitude da graça.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

JOGUE FORA TUDO AQUILO QUE ATRAPALHA O SEU CAMINHO

Jogue fora todas as palavras de desânimo e negatividade que ouvir enquanto caminha, as mágoas que guarda inutilmente, o medo de ser feliz, a falsa imagem que possui de si mesmo.

Não é tão simples termos a certeza sobre o que deve ficar e o que deve ser jogado fora de nossas vidas, pois os sentimentos costumam nos trair quanto à sua relevância e real necessidade. Se não formos fortes o suficiente para tomarmos a decisão de ir em frente, de seguir adiante, deixando para trás o que nos emperra os passos, todos os dias, por mais que a vida diga não, pouco avançaremos. Mas é preciso jogar fora.

Jogue fora todas as palavras de desânimo e negatividade que ouvir enquanto caminha em direção ao que almeja. Não dê ouvidos àqueles discursos de que você não vai conseguir, porque isso não o fará feliz e será muito difícil. Acreditar em si mesmo requer que se ignorem conselhos pessimistas de pessoas que pararam no tempo e no espaço e desconhecem o que é lutar. Continue a caminhar.

terça-feira, 21 de junho de 2016

VOCÊ SABE COMO SE FORMA UMA PRECIOSA PÉROLA NO INTERIOR DE UMA OSTRA?

ostrasfabricamperolasEla é o produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra contém uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, a linda pérola é formada.

Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.

Todos nós somos feridos de muitas maneiras pelas palavras dos outros; às vezes de ciúme, de ódio, de vingança, de inveja, de calúnia, maledicência… Às vezes nossas ideias são rejeitadas e até menosprezadas e, algumas vezes mal interpretadas.

Não se agite, não revide; não pague o mal com o mal; não, faça como a ostra e produza uma pérola no seu interior, no mesmo lugar da ferida que sangrou. Cubra suas mágoas e as rejeições sofridas com camadas e camadas de amor, paciência, bondade, delicadeza, oração…

“Não te perturbes no tempo da infelicidade, sofre as demoras de Deus; dedica-te a Deus, espera com paciência, a fim de que no derradeiro momento tua vida se enriqueça”. (Eclo 2,2-3)

Não adianta ficar blasfemando contra a vida, contra as pessoas e contra Deus; nada resolve e ainda piora o estado de sua alma. É melhor acender um fósforo do que maldizer a escuridão. Uma simples chama de alegria ilumina uma grande escuridão.

Prof. Felipe Aquino

Fonte: Editora Cléofas

O PÃO DA VIDA ETERNA

Falando da Eucaristia, Santo Agostinho disse: “Sendo Deus onipotente, não pôde dar mais; sendo sapientíssimo, não soube dar mais; e sendo riquíssimo, não teve mais o que dar.”

São Paulo atesta a presença do Senhor na Eucaristia: “O cálice de bênção, que bebemos, não é a comunhão do Sangue de Cristo? E o pão que partimos, não é a comunhão do Corpo de Cristo?” (1Cor 10,16).

COM QUE DISPOSIÇÃO DEVEMOS COMUNGAR?

São necessárias disposições interiores (as mais importantes) e exteriores, sinais do respeito devido a este Sacramento.

Disposições interiores:

Estar em estado de graça, isto é, com a consciência de não se ter nenhum pecado mortal na alma. Se alguém sabe que está em pecado mortal deve, antes de aproximar-se da Sagrada Comunhão, receber a absolvição no Sacramento de Reconciliação. É importante e oportuno confessar-se, de quando em quando (em média, pelo menos uma vez por mês, e na pior das hipóteses ao menos uma vez por ano), mesmo quando se tem apenas pecados veniais, para eliminar o véu de névoa de pó, de claro-escuro que o pecado venial traz consigo, atenuando desse modo a esplêndida beleza e a maravilhosa riqueza da nossa relação filial com Deus.

Disposições exteriores:

Espírito de recolhimento e de oração, para ajudar a participação interior durante a Santa Missa, especialmente em certos momentos (tempos de silêncio, oração pessoal depois da Comunhão);

Modo digno e comunitário ao aclamar ou pronunciar em coro as partes comuns da Santa Missa;

Atitude do corpo (gesto e vestuário dignos e decorosos, tom de voz adequado, todo o nosso comportamento) como sinal de respeito e de fé para com Cristo que se recebe na Santa Comunhão;

Observância do jejum prévio de ao menos uma hora.

Retirado do livro: A Eucaristia, Pão da vida Eterna, Raffaello Martinelli

Fonte: Editora Cléofas

QUAIS SÃO AS RAÍZES DO PECADO?

É fácil dizer se tal ou qual ação é pecaminosa. Não o é tanto dizer se tal ou qual pessoa pecou. Se alguém se esquece, por exemplo, de que hoje é festa de preceito e não vai à missa, o seu pecado é apenas externo. Interiormente, não teve intenção de comportar-se mal. Neste caso, dizemos que cometeu um pecado material, mas não um pecado formal. Existe aí uma obra má, mas não má intenção. Seria supérfluo e inútil mencioná-lo na confissão.

Mas também é verdade o contrário. Uma pessoa pode cometer interiormente um pecado sem realizar um ato pecaminoso. Usando o mesmo exemplo, se alguém pensa que hoje é dia de preceito e voluntariamente decide não ir à missa sem razão suficiente, é culpado do pecado da omissão dessa missa, mesmo que esteja enganado e não seja dia de preceito. Ou, para dar outro exemplo, se um homem rouba uma grande quantia de dinheiro e depois percebe que roubou o seu próprio dinheiro, interiormente cometeu um pecado de roubo, ainda que realmente não tenha roubado. Em ambos os casos dizemos que não houve pecado material, mas formal. E, naturalmente, esses dois pecados têm que ser confessados.

OS ENGANOS DA AVAREZA

Certa vez o Papa João Paulo II disse que o pecado original tirou os nossos olhos de Deus e os voltou para as criaturas. Isto é, deixamos de buscar em Deus toda a nossa felicidade para busca-la nas criaturas. Mas, essas, porque estão abaixo de nós, não podem satisfazer a nossa sede de felicidade; somente Aquele que está acima de nós.

Toda a luta espiritual consiste nisso: voltar os olhos para Deus. Santo Agostinho dizia: “Não andes averiguando quanto tens, mas o que tu és”. Esse é o caminho de começo da volta. Temos a experiência de que nada é suficiente para quem não põe limite em seus caprichos. Quanto mais temos mais queremos; a sede é insaciável. Quem não se controla diante daquilo que é lícito, acaba sucumbindo naquilo que é ilícito.

Um velho professor nos dizia que ser rico não é ter muito, mas precisar de pouco. Se aprendemos a nos contentar com aquilo que é suficiente para vivermos, veremos que de pouco necessitamos.  Santo Agostinho disse que o rico enche a bolsa de moedas e a alma de preocupações. Ele dizia que o homem fica acabrunhado sob o fardo da avareza;  transpira ao peso de sua carga, arfa e padece fome. Trabalha como louco para afinal, tornar seu fardo mais pesado.

Por outro lado, não devemos abraçar a pobreza por amor à pobreza; pois isso é miséria. Devemos abraçar a pobreza por amor de nossa liberdade. Tudo que excede o necessário oprime e não eleva, pesa e não honra.

Santa Catarina disse no “Diálogo” que o cristão que possui bens, deve fazê-lo na humildade, sem orgulho, como coisa emprestada, não própria. Deus nos dá os bens para o uso. Não é pecado ter bens. Todas as coisas são boas e foram feitas por Deus para a utilidade dos homens. O errado e que faz sofrer é o apego.

O grande Doutor São Bernardo, ensina que “o avarento está sempre faminto como um mendigo, nunca chega a ficar satisfeito com os bens que deseja. O pobre, como senhor de tudo, os despreza, pois não deseja nada”.

De fato não é fácil viver de acordo com esses pensamentos; mas é o caminho da volta dos olhos para Deus. Peçamos a sua graça; pois Santo Agostinho disse que “aquilo que pode parecer impossível à nossa natureza, é possível à graça de Deus”. Com ela, e disposição, voltaremos os olhos novamente para Deus. E seremos felizes!

Prof. Felipe Aquino

Fonte: Editora Cléofas

ABRA SEU CORAÇÃO

A sala estava repleta de convidados, todos curiosos para ver a obra de arte, ainda oculta sob o pano branco.

Falava-se que o quadro era lindo.

As autoridades do local estavam presentes, entre fotógrafos, jornalistas e outros convidados, porque o pintor era, de fato, muito famoso.

Na hora marcada, o pano que cobria a pintura foi retirado e houve caloroso aplauso. O quadro era realmente impressionante.

Tratava-se de uma figura exuberante de Jesus, batendo suavemente na porta de uma casa.

O Cristo parecia vivo. Com o ouvido junto à porta Ele desejava ouvir se lá dentro alguém respondia.

A UNÇÃO DOS ENFERMOS PODE PERDOAR OS PECADOS MESMO SE A PESSOA NÃO SE CONFESSE?

A Unção dos enfermos é um sacramento que pode ser recebido pelo fiel que começa a encontrar-se em perigo de morte por doença ou velhice. Mas será que este sacramento é capaz de perdoar os pecados mesmo se a pessoa não se confessou?

Confira a explicação do Prof. Felipe Aquino:

Fonte: Editora Cléofas

DESEJO À VOCÊ


Que… “Chuvas de Bênçãos sejam derramadas abundantemente sobre ti e tua Casa“… Que… a Unção de DEUS seja como um bálsamo a envolver tua vida e te Ungir Completamente pela Glória de DEUS“… Que… “DEUS faça prosperar tudo aquilo que vier até tuas mãos, e que de uma semente cresçam milhares de árvores Frutíferas“… Que… “Todas as Promessas de DEUS sejam uma Coroa de Vitória e Vida para você como Prova da Fidelidade do teu DEUS, acerca de tudo o que Ele Fala e Cumpre“… Que… “Rios de águas Vivas corram dentro de tí, purificando, e levando tudo aquilo o que não é de DEUS“. Que…“A Glória de DEUS repouse sobre sua vida…Amém